Brachiaria Decumbens
Tolerância e Produção
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Tolerância a solos ácidos e de baixa fertilidade
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Rápido estabelecimento
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Versatilidade: tolera pastejo contínuo, alternado e rotacionado
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Alta tolerância ao pisoteio
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Excelente resistência à seca
Brachiaria Decumbens cv. Basilisk Barenbrug: veja os destaques da brachiaria caracterizada pela facilidade de manejo
Gramínea forrageira de uso bastante comum no sistema pecuário nacional, caracterizada pela boa produção em solos com menor fertilidade e facilidade de manejo. Apresenta boa cobertura do solo e rápido estabelecimento na área.
Fertilidade da Brachiaria Decumbens cv. Basilisk
Pouco exigente em fertilidade do solo, podendo ser empregada em áreas com solos mais ácidos. Níveis de saturação de bases do solo situados entre 30% e 40% são suficientes para o desenvolvimento dessa forrageira.
Qual a utilização da Brachiaria Decumbens cv. Basilisk?
Indicada para o pastejo direto pelos animais bem como para uso em sistemas silvipastoris e como pastagem diferida (feno-em-pé). Neste último quesito destaca-se entre as demais
forrageiras em virtude de sua melhor qualidade como pasto diferido, devido principalmente à sua queda gradual de valor nutricional, quando comparada a outros cultivares.
Áreas de plantio
Recomendado para regiões de solos com boa drenagem, com precipitação anual mínima de 800 mm bem distribuídos.
Semeadura
A taxa de semeadura é variável dependendo das condições da área, sistema de plantio (sistema a lanço, manual, em linha ou aéreo), disponibilidade de água no período e textura do solo. De forma geral, recomenda-se que haja a distribuição de pelo menos 50 sementes viáveis/m2, garantindo assim o estabelecimento de pelo menos 10 a 20 plântulas/m2, situação considerada satisfatória para um bom estabelecimento.
Produção
É uma forrageira mais indicada para áreas de média a baixa fertilidade, podendo apresentar produções anuais que variam desde 5 até 18 t de MS por hectare/ano, a depender das condições climáticas, manejo e principalmente fertilidade do solo. Não se recomenda o uso dessa cultivar para sistemas mais intensificados visto a menor resposta produtiva quando comparada com outros cultivares. Dependendo da fertilidade do solo e do manejo aplicado, as taxas de lotação podem variar desde 0,5 até 3,0 UAs por ha/ano na média.
Qualidade forrageira
Apresenta bom consumo pelos animais, níveis de proteína bruta variando entre 8 e 14% e digestibilidade variando de 50 a 60%. Vale lembrar que estes valores são referenciais para um sistema médio de produção pecuária e são altamente influenciados pela fertilidade natural do solo, nível de adubação, estágio de desenvolvimento e manejo da forrageira. Na época seca do ano o teor proteico pode limitar o desempenho animal.
Cigarrinhas
É uma forrageira bastante suscetível ao ataque de cigarrinhas-das-pastagens, não sendo recomendado seu uso em áreas com grande infestação da praga.
| Característica da Forrageira | |
| Hábito de Crescimento | Decumbente |
| Florescimento | Jan-Fev |
| Recomendação | Pastejo, silvipastoril, diferimento |
| Exigência em fertilidade | Baixa |
| Resposta à adubação | Médio |
| Exigência de precipitação | 800 mm |
| Altitude máxima | 2300 m |
| Consumo* | Bom |
| Meses sem chuva | 5 meses |
| Digestibilidade* | 50 a 60% |
| Teor de proteína bruta* | 8 a 14% |
| Produção de matéria seca/ha/ano* | 10 a 18 ton |
| Cigarrinha-das-pastagens | Suscetível |
| Cigarrinha-da-cana | Suscetível |
| Tolerância ao frio | Média |
| Tolerância à geada | Baixa |
| Tolerância à seca | Boa |
| Tolerância à má drenagem | Baixa |
| Tolerância ao sombreamento | Boa |
| Profundidade de plantio | 2,0 a 4,0 cm |
| Taxa de semeadura (Sementes não incrustadas) | 10 a 15 Kg/ha |
| Altura de entrada - pastejo rotacionado | 20 a 25 cm |
| Altura de saída - pastejo rotacionado (maior fertilidade) | 10 a 15 cm |
| Altura de saída - pastejo rotacionado (menor fertilidade) | mais que 15 cm |
| Pastejo contínuo | 20 a 30 cm |
* variável em função das condições de ambiente, fertilidade do solo e/ou manejo.