A cigarrinha da pastagem é uma praga que ataca pastos na estação chuvosa, causando grandes prejuízos ao secar as folhas e reduzir a disponibilidade de forragem..

Benefícios do uso de forrageiras resistentes à cigarrinha da pastagem

Saiba como os cultivares resistentes da Barenbrug, Cayana e Sabiá, ajudam a combater a cigarrinha da pastagem e aumentar a produtividade animal

A cigarrinha da pastagem é uma praga comum que afeta a pecuária em diversas regiões do Brasil, principalmente durante a estação chuvosa. Seus ataques causam prejuízos significativos às pastagens, resultando em perdas na produtividade animal. Para evitar esses danos, o uso de forrageiras resistentes é uma das melhores práticas para os pecuaristas.

Prejuízos causados pela cigarrinha da pastagem

A cigarrinha é um inseto praga que ataca as pastagens durante a estação das chuvas, quando o clima favorece o seu ciclo biológico. A praga suga a seiva das plantas e injeta toxinas, causando sintomas como o "amarelamento" e a morte das folhas, conhecidos como "queima das pastagens". Isso reduz drasticamente a qualidade e a disponibilidade da forragem, o que impacta diretamente a taxa de lotação e a produtividade animal.

A cigarrinha da pastagem é uma praga que ataca pastos na estação chuvosa, causando grandes prejuízos ao secar as folhas e reduzir a disponibilidade de forragem.
Forrageira com sintomas visuais do ataque de cigarrinha

Maneiras de reduzir os prejuízos causados pelas cigarrinhas

Existem diversas práticas de controle que podem ajudar a mitigar os efeitos da cigarrinha, como:

  1. Controle preventivo: Monitore o início das chuvas, identificando ninfas e adultos da cigarrinha. Inicie o controle ao detectar 5 ou mais pontos de espumas por m².
  2. Controle químico: Embora eficaz, o controle químico tem custos elevados e pode causar impactos ambientais. Deve ser aplicado no início da infestação, antes que os danos sejam visíveis.
  3. Controle biológico: O uso de fungos como Metarhizium anisopliae oferece uma alternativa sustentável para o manejo da praga, causando uma doença natural nas cigarrinhas.
  4. Forrageiras resistentes: A melhor estratégia a longo prazo é o uso de forrageiras geneticamente desenvolvidas para resistir à cigarrinha, como os cultivares Cayana e Sabiá, que garantem alta produtividade mesmo sob ataque da praga.
Forrageiras resistentes, como Cayana e Sabiá da Barenbrug, são recomendadas para minimizar os danos da cigarrinha e reduzir a necessidade de tratamentos químicos.
Monitoramento feito através do puçá

Forrageiras resistentes da Barenbrug do Brasil

Os cultivares Cayana e Sabiá são soluções forrageiras inovadoras desenvolvidas pela Barenbrug do Brasil, com foco nas necessidades da pecuária tropical. Essas forrageiras foram testadas em comparação com cultivares tradicionais, como a Brachiaria brizantha cv. Marandu (resistente) e a Brachiaria decumbens cv. Basilisk (suscetível), demonstrando níveis de resistência iguais ou superiores aos cultivares do mercado.

Além da resistência à cigarrinha, os cultivares Cayana e Sabiá se destacam por sua fácil adaptação ao manejo, alta produtividade de matéria seca, resistência a doenças e excelente desempenho em solos de média fertilidade.

Benefícios do uso de forrageiras resistentes à cigarrinha da pastagem

A cigarrinha da pastagem é uma praga comum que afeta a pecuária em diversas regiões do Brasil, principalmente durante a estação chuvosa. Seus ataques causam prejuízos significativos às pastagens, resultando em perdas na produtividade animal. Para evitar esses danos, o uso de forrageiras resistentes é uma das melhores práticas para os pecuaristas.

Conclusão

O uso de forrageiras resistentes, como os cultivares Cayana e Sabiá da Barenbrug do Brasil, não só mitiga os prejuízos causados pelas cigarrinhas da pastagem, mas também contribui para uma pecuária mais rentável e sustentável. Ao reduzir o uso de inseticidas e aumentar a produtividade animal, essas soluções oferecem o melhor custo-benefício para o pecuarista.